Há exatamente 25 anos quatro aviões comerciais foram sequestrados nos Estados Unidos. Em poucas horas o mundo mudou e a aviação nunca mais voltou a ser a mesma.
Na manhã de 11 de setembro de 2001, quatro voos que deveriam ligar cidades norte-americanas à Califórnia transformaram-se no centro do maior ataque terrorista da história dos Estados Unidos.
Às 08:46, o voo American Airlines 11 atingiu a Torre Norte do World Trade Center, em Nova Iorque. Apenas 17 minutos depois, às 09:03, o voo United Airlines 175 embateu na Torre Sul.
Às 09:37, o voo American Airlines 77 atingiu o Pentágono. Às 10:03, o United Airlines 93 caiu num campo na Pensilvânia depois de passageiros e tripulantes terem tentado recuperar o controlo da aeronave.
No total, os atentados provocaram 2.977 vítimas mortais, sem contar com os 19 sequestradores. Entre as vítimas encontravam-se passageiros, pilotos e tripulantes dos quatro aviões, trabalhadores do World Trade Center, militares, polícias, bombeiros e equipas de emergência.
Mas o 11 de setembro não mudou apenas os Estados Unidos.
Mudou para sempre a aviação mundial.
Pela primeira vez na história da aviação norte-americana, a FAA ordenou a paragem de todas as partidas e determinou que milhares de aeronaves que se encontravam no ar aterrassem. O espaço aéreo dos Estados Unidos ficou praticamente vazio.
Nos meses e anos seguintes surgiu uma nova realidade nos aeroportos e a bordo dos aviões. Foram profundamente reforçados os controlos de segurança, criada a Transportation Security Administration (TSA) e introduzidas novas exigências para proteger o cockpit contra acessos não autorizados, incluindo portas reforçadas e mantidas fechadas durante o voo.
A aviação comercial passou a viver com um novo conceito de segurança que ainda hoje está presente em praticamente cada viagem.
Vinte e cinco anos depois, o 11 de setembro continua a ser uma das páginas mais negras da história da aviação.
Hoje recordamos as 2.977 pessoas que perderam a vida e, particularmente, os passageiros e tripulantes que naquela manhã embarcaram para uma viagem que nunca chegou ao destino.
11 de setembro de 2001. Um dia que o mundo não esqueceu. Um dia depois do qual a aviação nunca mais foi a mesma.





