O Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, está a atravessar uma fase de transformação, com investimentos direcionados para a modernização das infraestruturas, sistemas tecnológicos e processos operacionais, numa estratégia destinada a melhorar a capacidade de resposta às necessidades do país.
O aeroporto recebeu esta sexta-feira a visita do primeiro-ministro Luís Montenegro, que esteve acompanhado pelo ministro da Administração Interna, Luís Neves, pelo ministro das Infraestruturas e Habitação, Miguel Pinto Luz, pelo ministro da Economia e Coesão Territorial, Manuel Castro Almeida, e pelo secretário de Estado das Infraestruturas, Hugo Espírito Santo.
Durante a visita, a comitiva governamental teve oportunidade de conhecer de perto o funcionamento do controlo de fronteiras e os investimentos atualmente em desenvolvimento no aeroporto da capital.

As intervenções em curso abrangem diferentes áreas da operação aeroportuária, incluindo a renovação das infraestruturas, a introdução e reforço de soluções tecnológicas e a implementação de novos procedimentos destinados a aumentar a capacidade e a eficiência na gestão dos passageiros.
Segundo a ANA Aeroportos de Portugal, empresa integrada na VINCI Airports, o investimento realizado nos últimos meses em tecnologia, recursos humanos e procedimentos operacionais já está a contribuir para uma melhoria na gestão dos fluxos de passageiros e para a redução dos tempos de espera no controlo de fronteiras.

Este trabalho tem sido desenvolvido em articulação com a Polícia de Segurança Pública e com as restantes entidades públicas envolvidas na gestão e fiscalização das fronteiras aeroportuárias.
A visita contou também com a presença de responsáveis da ANA, entre os quais José Luís Arnaut, presidente do Conselho de Administração, Thierry Ligonnière, CEO, Francisco Pita, COO, e Sandra Ferreira, diretora do Aeroporto Humberto Delgado.
A modernização do aeroporto de Lisboa surge num contexto de crescente pressão sobre a infraestrutura aeroportuária da capital, procurando assegurar uma operação mais eficiente e preparada para responder ao aumento dos fluxos de passageiros.
A ANA salienta que a aposta deverá manter-se numa perspetiva de longo prazo, através da conjugação de investimentos em infraestruturas, tecnologia e processos operacionais, com o objetivo de reforçar a eficiência e a capacidade dos aeroportos nacionais.





