A PSP voltou a ativar o sistema europeu de controlo de fronteiras, o que levou ao reaparecimento de longas filas nas zonas de imigração, sobretudo no Aeroporto de Lisboa. Estas longas esperas afetam igualmente passageiros em trânsito que pretendem sair do território nacional levando a atrasos e perda de ligações. Têm-se verificado situações de pico de tempos de espera decorrentes dos horários ao longo do dia que movimentam um maior número de voos.
Este regresso ao funcionamento do sistema ocorre após um período de interrupção, durante o qual tinham sido adotadas medidas para reduzir os tempos de espera. Com a sua reativação, os procedimentos de verificação tornaram-se novamente mais demorados, afetando o fluxo de passageiros.
O sistema europeu em causa, ligado ao registo de entradas e saídas de cidadãos de países fora da União Europeia, implica recolha e tratamento de dados adicionais, o que pode aumentar o tempo necessário em cada controlo fronteiriço.
Como consequência, os viajantes voltaram a enfrentar demoras significativas à chegada e à saída de Portugal, numa situação que já tinha sido observada anteriormente com a implementação destas novas ferramentas tecnológicas nas fronteiras europeias.






