O Grupo Norwegian alcançou no terceiro trimestre de 2025 os melhores resultados trimestrais da sua história, com um lucro antes de impostos (EBT) de 2,89 mil milhões de coroas norueguesas e um resultado operacional (EBIT) de 3,07 mil milhões de coroas, correspondendo a uma margem operacional de 25,1%.

O grupo distribuiu ainda o primeiro dividendo da sua história em agosto e exerceu a opção de compra de 30 aviões Boeing 737 MAX 8 adicionais, elevando para 80 o número total de encomendas firmes.

O presidente executivo (CEO) Geir Karlsen destacou o forte desempenho durante o verão, tanto da Norwegian como da Widerøe, com volumes recorde de passageiros e elevada fiabilidade operacional. No total, o grupo transportou 8,41 milhões de passageiros no trimestre — 7,28 milhões pela Norwegian e 1,12 milhões pela Widerøe. A Norwegian atingiu um fator de ocupação de 88,3%, enquanto a Widerøe manteve um índice de conclusão de voos de 98,2% e uma pontualidade de 91,8%.

A renovação da frota continua a ser um pilar estratégico da companhia, com a nova encomenda de aviões a reforçar o compromisso com uma operação moderna e eficiente em termos de consumo de combustível. A Norwegian registou também fortes progressos na Dinamarca, com o lançamento de dez novas rotas internacionais a partir de Billund, a distinção como “Melhor Companhia Aérea Europeia” nos Danish Travel Awards e a obtenção de um contrato governamental para operar a rota Aalborg–Copenhaga. Este contrato exigirá o uso de pelo menos 40% de combustível sustentável de aviação (SAF) a partir de março de 2026, o que deverá permitir reduzir as emissões anuais em cerca de 6.700 toneladas de CO₂.