Um voo da Air China que fazia a ligação entre Hangzhou e Seul foi forçado a desviar-se para o Aeroporto Internacional de Xangai Pudong, este sábado de manhã, depois de uma bateria de lítio transportada na bagagem de mão de um passageiro se ter incendiado a meio do voo.
A tripulação reagiu de forma rápida, utilizando extintores de bordo para apagar as chamas, evitando ferimentos entre os 170 passageiros e membros da tripulação. O avião aterrou em segurança em Xangai, onde os passageiros foram posteriormente transferidos para outro voo.
A Air China confirmou o incidente e adiantou que as autoridades competentes estão a investigar as causas. O episódio volta a levantar preocupações sobre os riscos associados às baterias de iões de lítio na aviação, responsáveis por vários incidentes de fumo e fogo em voo nos últimos anos.
As tripulações de cabine recebem formação intensiva para lidar com emergências deste tipo, sendo os primeiros a responder em situações críticas. O seu treino abrange desde a identificação de fontes de fumo até ao uso de extintores específicos e ao controlo rápido de incêndios, garantindo a segurança de todos a bordo. Este incidente reforça não só os perigos das baterias de lítio, mas também o papel essencial que os tripulantes desempenham na proteção dos passageiros e na segurança aérea.
